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sexta-feira, outubro 23, 2009
Três dias inesquecíveis de muita festa
Comunica Beach 2009 – jogos universitários de comunicação traz cor e alegria à praia da Ferrugem, em Garopaba
Tatiana Stock
Garopaba
Tatiana Stock
Quem perdeu, agora só no próximo ano. A união de comunicadores, praia, jogos e atrações culturais, deu o que falar.
Com mais de vinte delegações de universidades do sul do Brasil, somando mais de sete mil acadêmicos e amigos, o Comunica Beach 2009 – jogos universitários de comunicação social trouxe a praia da Ferrugem, em Garopaba ainda no início da primavera, dias de verão.
O evento independente surpreendeu a todos pela estrutura e qualidade. A Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) foi à vencedora, com a soma do maior número de pontos nas três modalidades (vôlei, futebol e surfe) e gincana. “Achei o evento muito bom. É uma pena que não existam iniciativas como essa de acadêmicos daqui do estado”, lamenta o jornalista graduado pela Unisul, Luiz Henrique Fogaça.
Atrações culturais
Para os que não têm muita aptidão para os esportes, mas muito bom humor e disposição, a gincana foi uma boa opção. “Produzimos uma mescla de perguntas culturais e brincadeiras, deu certo”, comemora um dos organizadores da gincana, Paulo Henrique Rodrigues Pradella, estudante da PUC-PR.
Durante a tarde de jogos, na arena montada sobre a areia da praia de Ferrugem, a animação ficou por conta dos DJs Deh2 e Caíque, além do som dos batuques das torcidas. A torcida que mais representou, com uniforme, bandeiras e tambores foi a PUC PR.
A primeira noite agradou a todos os gostos, com programação diversificada variando ritmos. A e-music foi dominada pelas mulheres do projeto Eletro divas, com as DJs Iza Macedo e Fernanda Fetter. A micareta e o sertanejo ficou por conta da banda Bemba-o e o funk com o Pancadão do Migué. Durante toda a festa a vodka e o energético eram liberados.
“As festas serão sempre open bar, mas com limitação no número de inscritos para manter a qualidade”, informou um dos organizadores, o estudante da PUC-PR Bruno Miguel Perotti.
Na última noite foi a vez das atrações nacionais, com o surf music de Lou Dog, Wildboys, com electro punk e a melodia clássica do Dazaranha.
Números
Ao todo foram consumidos mais de 540 mil litros de cerveja nos três dias de evento. Em publicidade, foram distribuídos cerca de 80 mil flyers nas principais universidades do sul do Brasil. Os pacotes para acadêmicos, com estadia, alimentação e participação no evento girou em torno de R$ 185,00 por pessoa.
O estudante de publicidade e propaganda da Unicemp (PR), Gustavo Antunes Nemitz, avaliou o evento como um dos melhores da área. “Viemos com seis ônibus e com certeza é unânime que o evento foi nota 10”, relata.
O próximo Comunica Beach ainda não tem data nem local definido, mas os organizadores prometem que as festas continuaram com o sistema de consumação livre e os show estarão ainda mais chamativos.
Gritos de guerra e muita movimentação entre os jogos
Matéria capa do caderno Variedades - Jornal Popular Catarinense, SEXTA-FEIRA, 16 de outubro de 2009. Edição nº1013, ano VIII
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terça-feira, outubro 06, 2009
Oktober Techno, para sair da mesmice...

• Outubro é mês de cerveja, chope gelado, música alemã e Oktoberfest. Mas e quem não suporta aquelas musiquinhas chatas, com aqueles tiozinhos gordos e pançudos sorridentes, ou aquele monte de comida engordativa? Para quem sofre por não poder curtir um som, digamos mais tecnológico e descolado. Com um público "mais leve", e nem tão sorridente assim, mas muito cabeça e antenado, um grupo de DJs se reuniu e domingo, 11 de outubro acontece a Oktober Techno.
• A primeira edição da festa, que começa às 9h da manhã, promete um domingo de muito Acid X Hard Edition.
• Com atrações nacionais e internacionais e preços acessíveis. A diversão é garantida!
Line Up:
09:00 – Gilzinho -
10:00 – Nhabazz X Manzi b2b
11:30 – Binho X Chochi b2b
13:00 – Rafinha
14:00 - Giovanni X Vine – 4 decks
15:30– Julyukie ( Descontrol Techno – SP )
17:00 – Destro ( ITR Crew / Inculture Bookings - VEN ) + bandeira Venezuela. -
19:00 – Malke - DJ Set + E-Drum ( Marrokas Fight Project – SP )
20:30- MIA - ( Marrokas Fight Project – SP )
21:30 - BAD
23:00 – Jam Session
Estacionamento R$ 5,00
Entrada – R$ 8,00
Obs: Não haverá venda de bebidas, por favor levar o que for consumir, inclusive gelo!
Niver Simmy & Rafinha – organização by Gui
Malke Vídeos:
Brasil vs Venezuela Malke & Reyt 4 Decks + E Drum
http://www.youtube.com/watch?v=8e7L6nXOZWM
Dj Malke @ Technomachines 15
http://www.youtube.com/watch?v=s1f5fv2BN5g&feature=related
Malke @ Live at Stovo - Piracicaba part 3
http://www.youtube.com/watch?v=4N4yxtMTD3M&feature=related
Download Set - Malke - Maldade Set - Hell n Heaven Special XV @ O4T Radio .mp3
http://www.sendspace.com/file/9cf4dp
Destro Vídeos - http://soundcloud.com/dj-destro / www.myspace.com/destro314
Dj Destro @ Robotek Valencia Sep 2006
http://www.youtube.com/watch?v=qxOMaSAGVNw
DJ DESTRO @ TECHNOMACHINES 9 part 1
http://www.youtube.com/watch?v=Xbvll3uTrr0
DJ DESTRO live at technomachines part 2
http://www.youtube.com/watch?v=aPvu7v7d-OQ&feature=related
Download Set - DESTRO Remastered_April-01-2009.mp3
http://www.4shared.com/file/100340545/a247935d/DESTRO_Remastered_April-01-2009.html
Destro @ Ultimate Techno 20.09.2009: http://soundcloud.com/dj-destro
Julyukie Videos - http://www.myspace.com/julyukie
Julyukie @ Techlontra 08.03.09
http://www.youtube.com/watch?v=dJyMma9mbJk
Julyukie @ Descontrol Techno
http://www.youtube.com/watch?v=VYg0X3Ru22U
Sets: http://soundcloud.com/julyukie
MIA: Set Hardcore - http://www.sendspace.com/file/zqkuhi
http://www.megaupload.com/?d=SHMF7YH9
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quinta-feira, julho 30, 2009
Relembrar é viver
No vídeo você confere os DJs curitibanos Araújo e Bad, durante a clássica noite underground de techno da capital. Essa edição da Technose aconteceu no espaço Roxy, no centro antigo da cidade de Curitiba (PR), em 02 de dezembro de 2008. Tocando em uma jaula de metal, os DJs se revezaram com os clássicos do techno e fizeram com que o seleto grupo dançasse até amanhecer.
Uma sonzera clássica que vale a pena conferir!
DJ Bad e DJ Araújo no espaço Roxy
Uma sonzera clássica que vale a pena conferir!
DJ Bad e DJ Araújo no espaço Roxy
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Technera forte no Vale do Itajaí - SC
Com um line muito bem elaborado, aumentando gradativamente a força e o impacto dos bpms, a E - drinks reuniu amigos e amigos de amigos, com a conhecinha lista amiga e fez de uma simples data, uma noite para ser lembrada por muito tempo.
O Babilônia Eletrônika esteve presente e traz alguns flashes do que rolou nas terras catarinas.




















O Babilônia Eletrônika esteve presente e traz alguns flashes do que rolou nas terras catarinas.




















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quinta-feira, setembro 18, 2008
E-SQUINA

Mais uma vez Curitiba terá uma semana inteira voltada à música eletrônica e a arte eletrônica, do dia 22 ao 27 de setembro. O evento promovido no Sesc da Esquina trará shows, fóruns de discussão, palestras, exposições e workshops. Para quem tem interesse pelo tema e quer aprender e conhecer um pouco mais, vale a pena conferir, a entrada é gratuita. Informações:(41) 3304 2227/3304 2222.
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terça-feira, setembro 16, 2008
Love in Stereo
Em 2006, “Synthetic Vibes” foi escolhido como o melhor álbum da cena progressiva mundial. Nodia de seu vigésimo nono aniversário Nicola Capobianco em entrevista exclusiva abre o jogo sobre seu próximo álbum do projeto Liquid Soul.
“Love in Stereo” é o segundo álbum do famoso projeto Liquid Soul pela Iboga records. Estive com o produtor Nicola Capobianco que falou de sua nova empreitada.
Novo álbum
T.S. – Seu novo cd “Love in Stereo” já tem data certa para ser lançado?
Sim, será lançado em dois meses, de acordo com a Iboga records logo no início, dia dois de setembro.
T.S. – Como foi à produção?
Levou bastante tempo para ser produzido, mas está do jeito que eu queria, com muita emoção.
T.S.– E porque “Love in Stereo”?
Porque é o que melhor descreve o disco. É pura emoção, é a minha experiência com a música, e música é amor.
T.S. - Talvez por que esteja apaixonado nesse momento?
Talvez... (risos) mas antes disso o nome já havia sido escolhido e pensado.
T.S. – E já está tudo pronto para o grande dia?
Ainda falta finalizar algumas coisas, pretendo fazer isso quando voltar para casa.
T.S. – Será realizado algum evento para divulgar o novo álbum?
Com certeza que sim, mas não algo organizado por mim, mas pela Iboga records. Ela quem faz a divulgação, o marketing e organiza as festas.
T.S. - Já tocou novas músicas em suas apresentações?
Sim, às vezes solto uma ou outra música para ver a reação do público.
S.T. - E como a pista esta respondendo aos novos tracks?
Muito bem na verdade.
S.T. – Em 2006, quem mais vendeu música em toda a história da gravadora Iboga foi o projeto Liquid Soul com o álbum “Synthetic Vibes”. Quais as expectativas para o “Love in Stereo”?
Eu espero que venda mais que o primeiro, é claro! Tenho um pouco de receio devido à quebra no mercado, mas tenho um ótimo pressentimento que o público irá gostar e muito.
T.S. – E já tem previsão para mostrar seu novo som aqui no Brasil?
Tenho sim. Em dois meses volto ao Brasil para apresentar o novo álbum no Universo Paralello.
Nicola Capobianco
T.S. – O projeto Liquid Soul nasceu em 2001, antes dele você já tocava progressivo?
Sim, alguma coisa, mas antes do Liquid Soul eu toquei por mais ou menos 10 anos euro trance, um som mais comercial.
T.S. – Você acredita que o euro trance influenciou o som que produz hoje?
Com certeza sim.
T.S. – E quais foram essas influências?
Paul Van Dyk, Tiesto, Armin Van Buuren e muitos outros.
T.S. – Tocava só DJ set ou produzia também?
Tocava e produzia também.
T.S. – Pode citar o nome de algum projeto?
Samsica foi um projeto que me envolvi bastante.
T.S. – Porque não tem tanta gente produzindo progressive trance?
O prog é um som que não é muito fácil de ser tocado, é preciso experimentar mais, ousar, talvez seja por isso.
Psyte – Qual sua opinião sobre o futuro da música eletrônica no mundo?
Está crescendo e muito. Muitos países ainda estão descobrindo a e-music como o leste europeu e a Rússia. Logo o mundo todo estará na mesma sintonia.
T.S. – E no Brasil?
Para mim é o meu país favorito. Têm boas pessoas, “crazy people” (risos). Nos últimos anos, tenho passado em média de cinco a seis meses por aqui. São muitas festas e festivais. É um país muito grande. Apesar de a maioria ser adepta ao full on e agora ao minimal, o progressivo tem também seu lugar.
T.S. – Que DJ citaria de referências de prog no Brasil?
Malana, Sovietics e Shamamix, não tem muita gente não.
T.S. – Como é a cena progressive trance na Suíça?
Ótima! Não existem mais festas abertas por causa do frio e liberação, mas nas boates e clubes gay, como o que sou residente uma vez por mês, acontecem quase que todos os dias. A música é muito bem aceita.
T.S. – Depois da Suíça, seu país de origem e do Brasil, em qual parte do globo você sente maior sintonia da pista com o seu som?
Japão é “crazy”. Existem muitas festas grandes, open air e muitos clubes também. Apesar de o progressivo ter começado há três anos por lá, está crescendo muito e a galera responde bem.
T.S. – Como você descreve seu som?
Meu som sou eu, expresso minhas emoções, minhas experiências, as pessoas que vejo festas que freqüento. Sou bem eu, o prog para mim é muita emoção.
T.S. - Já pensou alguma vez em mudar de estilo?
Eu amo chill out e escuto muito, minimal tem muita coisa boa também, estou experimentando bastante essa linha no meu outro projeto.
Sleek
T.S. – E o Sleek?
O Sleek é um projeto de um ano atrás. Até agora tenho três tracks, mas só uma foi finalizada. Preciso de mais tempo para isso.
T.S. – E o que tem de diferente no Sleek?
Esse projeto é mais experimental, não há como classificar se é mais minimal, ou mais progressivo. Realmente não sei classificá-lo. Simplesmente estou produzindo o que sinto no momento. Em média a proposta é estar entre 125 e 128 bpms, algo mais lento.
T.S. – E pretende lançar algum álbum para esse projeto?
Com certeza sim, mas não para agora. Acredito que cada música será totalmente diferente uma da outra. Ainda não sei. Claro que se o público gostar investirei mais nele.
Earsugar
T.S. – E o Earsugar, seu projeto em parceria com DJ Martin, surgiu em 2004 e até agora não tem um cd próprio. Para quando será o álbum de lançamento?
Queríamos muito para o fim desse ano, mas não será possível devido à falta de tempo. Estamos viajando muito esse ano.
T.S. – Próximo semestre então?
Pode ser que sim, mas ainda não está nada certo.
T.S. – E já foi decidido o nome de algumas faixas e do primeiro cd do Earsugar?
Por enquanto ainda não. Não tivemos tempo, temos muito som ainda para ser finalizado.
T.S. – E quanto o Brasil terá a chance de ouvir o Earsugar?
Já estamos com a agenda confirmada para o UP e Liquid Soul está quase que certo também.
Mikrokosmos
Psyte – A parceria com o DJ Martin existe também na gravadora. Como surgiu a idéia de criar a Mikrokosmos Record?
Depois que nos conhecemos, nos tornamos melhores amigos. Começamos a produzir juntos e sempre sentíamos a falta de projetos na linha progressive trance. A partir daí, decidimos criar nossa própria gravadora.
T.S. – E como está a Mikrokosmos no mercado?
Bom, o mercado esta ruim no momento por causa dos dowlods e cópias produzimos cerca de dois CDs por ano, mas com muita qualidade.
T.S. – A Mikrokosmos já tem três lançamentos, um deles com a participação do DJ D-Nox, pode nos falar sobre eles?
Sim, todos são remixados pela própria gravadora. Os dois primeiros lançamentos “Labyrinth Essential 001” e “Labyrinth Essential 002” são ambos do clube Labyrinth em Zurich. O segundo foi remixado pelos DJs D-Nox e Mental X. Já o “Extrasensory Perception” é uma coletânea mixada por mim e pelo DJ com os maiores sucessos.
T.S. – E como foi à aceitação do público?
Foram bem vendidos. Temos muitos parceiros no mercado, além de sites e outras gravadoras.
T.S. – E a Mikrokosmos atende somente progressive trance?
Sim, da mesma maneira como a Iboga records.
T.S. – E o mercado de progressivo em específico, como está?
Crescendo! O problema é que são poucos artistas que produzem progressive trance no mercado. Existem ótimos DJs e produções, mas mesmo assim são poucos, dá para se contar nos dedos! Existem muitas festas! É bom para mim, mas o mercado pede mais.
Nova fase
T.S. – Você está namorando uma DJ brasileira?
Sim, a DJ Malana. Estamos juntos desde janeiro.
T.S. - Agora que namora uma DJ de prog também, já pensou em fazer uma parceria com ela e tocar algo juntos?
Não, nunca pensei nisso. Na verdade não gosto de tocar com outras pessoas, tenho uma linha própria. O único cara que toco é o DJ Martin, pois estamos no mesmo nível.
T.S. - Planos para o futuro?
Casar com ela (risos). Eu tento continuar trabalhando, viajando e conhecendo as “crazy peoples” em todo o mundo.
T.S. – Alguma nova produção?
Estão para surgir muitos remixes, a maioria com músicas do primeiro álbum. Tem também um remix feito para o novo cd do Ace Ventura que sairá em novembro deste ano. Vale à pena conferir!
T.S. – Além disso, alguma novidade em especial para algum evento?
Sim, estou produzindo um traço especial para o festival Vuuv, da Alemanha.
T.S. - E esse track já tem nome?
Tem sim, se chama “The profecy”.
T.S. – E para o Universo Paralello, algo especial?
Pensei nisso também, mas acho que todos pensam em fazer. Na minha opinião não tem como fazer algo a altura do UP.
T.S. – Por quê?
É difícil! Lá é o paraíso, é a melhor festa do mundo, pode ser que não fique bom o bastante.
T.S. – O que tocará no UP?
Basicamente o novo cd “Love in Stereo”, mas claro que com os sucessos anteriores.
T.S. - Algum país que sonha em tocar?
Nunca toquei na Tailândia, tocar e conhecer, nunca estive la.
T.S. – Quando você está longe de casa, do que mais sente falta?
Do chocolate ao leite, do meu chuveiro e com certeza da minha cama. Mas mesmo assim, adoro viajar e estar no meu país favorito.
“Love in Stereo” é o segundo álbum do famoso projeto Liquid Soul pela Iboga records. Estive com o produtor Nicola Capobianco que falou de sua nova empreitada.
Novo álbum
T.S. – Seu novo cd “Love in Stereo” já tem data certa para ser lançado?
Sim, será lançado em dois meses, de acordo com a Iboga records logo no início, dia dois de setembro.
T.S. – Como foi à produção?
Levou bastante tempo para ser produzido, mas está do jeito que eu queria, com muita emoção.
T.S.– E porque “Love in Stereo”?
Porque é o que melhor descreve o disco. É pura emoção, é a minha experiência com a música, e música é amor.
T.S. - Talvez por que esteja apaixonado nesse momento?
Talvez... (risos) mas antes disso o nome já havia sido escolhido e pensado.
T.S. – E já está tudo pronto para o grande dia?
Ainda falta finalizar algumas coisas, pretendo fazer isso quando voltar para casa.
T.S. – Será realizado algum evento para divulgar o novo álbum?
Com certeza que sim, mas não algo organizado por mim, mas pela Iboga records. Ela quem faz a divulgação, o marketing e organiza as festas.
T.S. - Já tocou novas músicas em suas apresentações?
Sim, às vezes solto uma ou outra música para ver a reação do público.
S.T. - E como a pista esta respondendo aos novos tracks?
Muito bem na verdade.
S.T. – Em 2006, quem mais vendeu música em toda a história da gravadora Iboga foi o projeto Liquid Soul com o álbum “Synthetic Vibes”. Quais as expectativas para o “Love in Stereo”?
Eu espero que venda mais que o primeiro, é claro! Tenho um pouco de receio devido à quebra no mercado, mas tenho um ótimo pressentimento que o público irá gostar e muito.
T.S. – E já tem previsão para mostrar seu novo som aqui no Brasil?
Tenho sim. Em dois meses volto ao Brasil para apresentar o novo álbum no Universo Paralello.
Nicola Capobianco
T.S. – O projeto Liquid Soul nasceu em 2001, antes dele você já tocava progressivo?
Sim, alguma coisa, mas antes do Liquid Soul eu toquei por mais ou menos 10 anos euro trance, um som mais comercial.
T.S. – Você acredita que o euro trance influenciou o som que produz hoje?
Com certeza sim.
T.S. – E quais foram essas influências?
Paul Van Dyk, Tiesto, Armin Van Buuren e muitos outros.
T.S. – Tocava só DJ set ou produzia também?
Tocava e produzia também.
T.S. – Pode citar o nome de algum projeto?
Samsica foi um projeto que me envolvi bastante.
T.S. – Porque não tem tanta gente produzindo progressive trance?
O prog é um som que não é muito fácil de ser tocado, é preciso experimentar mais, ousar, talvez seja por isso.
Psyte – Qual sua opinião sobre o futuro da música eletrônica no mundo?
Está crescendo e muito. Muitos países ainda estão descobrindo a e-music como o leste europeu e a Rússia. Logo o mundo todo estará na mesma sintonia.
T.S. – E no Brasil?
Para mim é o meu país favorito. Têm boas pessoas, “crazy people” (risos). Nos últimos anos, tenho passado em média de cinco a seis meses por aqui. São muitas festas e festivais. É um país muito grande. Apesar de a maioria ser adepta ao full on e agora ao minimal, o progressivo tem também seu lugar.
T.S. – Que DJ citaria de referências de prog no Brasil?
Malana, Sovietics e Shamamix, não tem muita gente não.
T.S. – Como é a cena progressive trance na Suíça?
Ótima! Não existem mais festas abertas por causa do frio e liberação, mas nas boates e clubes gay, como o que sou residente uma vez por mês, acontecem quase que todos os dias. A música é muito bem aceita.
T.S. – Depois da Suíça, seu país de origem e do Brasil, em qual parte do globo você sente maior sintonia da pista com o seu som?
Japão é “crazy”. Existem muitas festas grandes, open air e muitos clubes também. Apesar de o progressivo ter começado há três anos por lá, está crescendo muito e a galera responde bem.
T.S. – Como você descreve seu som?
Meu som sou eu, expresso minhas emoções, minhas experiências, as pessoas que vejo festas que freqüento. Sou bem eu, o prog para mim é muita emoção.
T.S. - Já pensou alguma vez em mudar de estilo?
Eu amo chill out e escuto muito, minimal tem muita coisa boa também, estou experimentando bastante essa linha no meu outro projeto.
Sleek
T.S. – E o Sleek?
O Sleek é um projeto de um ano atrás. Até agora tenho três tracks, mas só uma foi finalizada. Preciso de mais tempo para isso.
T.S. – E o que tem de diferente no Sleek?
Esse projeto é mais experimental, não há como classificar se é mais minimal, ou mais progressivo. Realmente não sei classificá-lo. Simplesmente estou produzindo o que sinto no momento. Em média a proposta é estar entre 125 e 128 bpms, algo mais lento.
T.S. – E pretende lançar algum álbum para esse projeto?
Com certeza sim, mas não para agora. Acredito que cada música será totalmente diferente uma da outra. Ainda não sei. Claro que se o público gostar investirei mais nele.
Earsugar
T.S. – E o Earsugar, seu projeto em parceria com DJ Martin, surgiu em 2004 e até agora não tem um cd próprio. Para quando será o álbum de lançamento?
Queríamos muito para o fim desse ano, mas não será possível devido à falta de tempo. Estamos viajando muito esse ano.
T.S. – Próximo semestre então?
Pode ser que sim, mas ainda não está nada certo.
T.S. – E já foi decidido o nome de algumas faixas e do primeiro cd do Earsugar?
Por enquanto ainda não. Não tivemos tempo, temos muito som ainda para ser finalizado.
T.S. – E quanto o Brasil terá a chance de ouvir o Earsugar?
Já estamos com a agenda confirmada para o UP e Liquid Soul está quase que certo também.
Mikrokosmos
Psyte – A parceria com o DJ Martin existe também na gravadora. Como surgiu a idéia de criar a Mikrokosmos Record?
Depois que nos conhecemos, nos tornamos melhores amigos. Começamos a produzir juntos e sempre sentíamos a falta de projetos na linha progressive trance. A partir daí, decidimos criar nossa própria gravadora.
T.S. – E como está a Mikrokosmos no mercado?
Bom, o mercado esta ruim no momento por causa dos dowlods e cópias produzimos cerca de dois CDs por ano, mas com muita qualidade.
T.S. – A Mikrokosmos já tem três lançamentos, um deles com a participação do DJ D-Nox, pode nos falar sobre eles?
Sim, todos são remixados pela própria gravadora. Os dois primeiros lançamentos “Labyrinth Essential 001” e “Labyrinth Essential 002” são ambos do clube Labyrinth em Zurich. O segundo foi remixado pelos DJs D-Nox e Mental X. Já o “Extrasensory Perception” é uma coletânea mixada por mim e pelo DJ com os maiores sucessos.
T.S. – E como foi à aceitação do público?
Foram bem vendidos. Temos muitos parceiros no mercado, além de sites e outras gravadoras.
T.S. – E a Mikrokosmos atende somente progressive trance?
Sim, da mesma maneira como a Iboga records.
T.S. – E o mercado de progressivo em específico, como está?
Crescendo! O problema é que são poucos artistas que produzem progressive trance no mercado. Existem ótimos DJs e produções, mas mesmo assim são poucos, dá para se contar nos dedos! Existem muitas festas! É bom para mim, mas o mercado pede mais.
Nova fase
T.S. – Você está namorando uma DJ brasileira?
Sim, a DJ Malana. Estamos juntos desde janeiro.
T.S. - Agora que namora uma DJ de prog também, já pensou em fazer uma parceria com ela e tocar algo juntos?
Não, nunca pensei nisso. Na verdade não gosto de tocar com outras pessoas, tenho uma linha própria. O único cara que toco é o DJ Martin, pois estamos no mesmo nível.
T.S. - Planos para o futuro?
Casar com ela (risos). Eu tento continuar trabalhando, viajando e conhecendo as “crazy peoples” em todo o mundo.
T.S. – Alguma nova produção?
Estão para surgir muitos remixes, a maioria com músicas do primeiro álbum. Tem também um remix feito para o novo cd do Ace Ventura que sairá em novembro deste ano. Vale à pena conferir!
T.S. – Além disso, alguma novidade em especial para algum evento?
Sim, estou produzindo um traço especial para o festival Vuuv, da Alemanha.
T.S. - E esse track já tem nome?
Tem sim, se chama “The profecy”.
T.S. – E para o Universo Paralello, algo especial?
Pensei nisso também, mas acho que todos pensam em fazer. Na minha opinião não tem como fazer algo a altura do UP.
T.S. – Por quê?
É difícil! Lá é o paraíso, é a melhor festa do mundo, pode ser que não fique bom o bastante.
T.S. – O que tocará no UP?
Basicamente o novo cd “Love in Stereo”, mas claro que com os sucessos anteriores.
T.S. - Algum país que sonha em tocar?
Nunca toquei na Tailândia, tocar e conhecer, nunca estive la.
T.S. – Quando você está longe de casa, do que mais sente falta?
Do chocolate ao leite, do meu chuveiro e com certeza da minha cama. Mas mesmo assim, adoro viajar e estar no meu país favorito.
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"Qualquer coisa que a mente do homem pode conceber, pode, também, alcançar."
William Clement Stone
