Mostrando postagens com marcador Música organica. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Música organica. Mostrar todas as postagens
sexta-feira, outubro 23, 2009
Três dias inesquecíveis de muita festa
Comunica Beach 2009 – jogos universitários de comunicação traz cor e alegria à praia da Ferrugem, em Garopaba
Tatiana Stock
Garopaba
Tatiana Stock
Quem perdeu, agora só no próximo ano. A união de comunicadores, praia, jogos e atrações culturais, deu o que falar.
Com mais de vinte delegações de universidades do sul do Brasil, somando mais de sete mil acadêmicos e amigos, o Comunica Beach 2009 – jogos universitários de comunicação social trouxe a praia da Ferrugem, em Garopaba ainda no início da primavera, dias de verão.
O evento independente surpreendeu a todos pela estrutura e qualidade. A Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) foi à vencedora, com a soma do maior número de pontos nas três modalidades (vôlei, futebol e surfe) e gincana. “Achei o evento muito bom. É uma pena que não existam iniciativas como essa de acadêmicos daqui do estado”, lamenta o jornalista graduado pela Unisul, Luiz Henrique Fogaça.
Atrações culturais
Para os que não têm muita aptidão para os esportes, mas muito bom humor e disposição, a gincana foi uma boa opção. “Produzimos uma mescla de perguntas culturais e brincadeiras, deu certo”, comemora um dos organizadores da gincana, Paulo Henrique Rodrigues Pradella, estudante da PUC-PR.
Durante a tarde de jogos, na arena montada sobre a areia da praia de Ferrugem, a animação ficou por conta dos DJs Deh2 e Caíque, além do som dos batuques das torcidas. A torcida que mais representou, com uniforme, bandeiras e tambores foi a PUC PR.
A primeira noite agradou a todos os gostos, com programação diversificada variando ritmos. A e-music foi dominada pelas mulheres do projeto Eletro divas, com as DJs Iza Macedo e Fernanda Fetter. A micareta e o sertanejo ficou por conta da banda Bemba-o e o funk com o Pancadão do Migué. Durante toda a festa a vodka e o energético eram liberados.
“As festas serão sempre open bar, mas com limitação no número de inscritos para manter a qualidade”, informou um dos organizadores, o estudante da PUC-PR Bruno Miguel Perotti.
Na última noite foi a vez das atrações nacionais, com o surf music de Lou Dog, Wildboys, com electro punk e a melodia clássica do Dazaranha.
Números
Ao todo foram consumidos mais de 540 mil litros de cerveja nos três dias de evento. Em publicidade, foram distribuídos cerca de 80 mil flyers nas principais universidades do sul do Brasil. Os pacotes para acadêmicos, com estadia, alimentação e participação no evento girou em torno de R$ 185,00 por pessoa.
O estudante de publicidade e propaganda da Unicemp (PR), Gustavo Antunes Nemitz, avaliou o evento como um dos melhores da área. “Viemos com seis ônibus e com certeza é unânime que o evento foi nota 10”, relata.
O próximo Comunica Beach ainda não tem data nem local definido, mas os organizadores prometem que as festas continuaram com o sistema de consumação livre e os show estarão ainda mais chamativos.
Gritos de guerra e muita movimentação entre os jogos
Matéria capa do caderno Variedades - Jornal Popular Catarinense, SEXTA-FEIRA, 16 de outubro de 2009. Edição nº1013, ano VIII
Marcadores:
babilonia eletronika,
E-music,
festa,
Fotos,
Música organica
terça-feira, outubro 13, 2009
Comunica Beach traz R$ 1 milhão de giro para a região
Jogos universitários de comunicação ultrapassa expectativa e movimenta a economia local igualando a alta temporada
Garopaba
Tatiana Stock
O Comunica Beach 2009, jogos universitários de comunicação trouxe sete mil pessoas à praia da Ferrugem, em Garopaba. Gerando 85 % de lotação nas pousadas da região e movimentando cerca de R$ 1 milhão de reais durante os dias 10, 11 e 12 de outubro.
Ao todo 240 empregos temporários foram gerados. O projeto inicial do evento aguardava mil pessoas, cerca de 30 ônibus. O sucesso foi tanto, que 72 ônibus de diferentes cidades dos três estados do sul do país participaram. O número ultrapassou seis vezes o esperado.
A prefeitura entrou em parceria fornecendo funcionários, auxiliando na alimentação e hospedagem da organização e fornecendo atendimento médico, com uma ambulância de prontidão durante todo o feriado.
Opinião
Além do ganho para os empresários locais que se assemelhou aos dias de carnaval, os universitários apoiaram a escolha da Ferrugem como sede. “O local é maravilhoso e a organização está de parabéns”, conclui a estudante de comunicação institucional da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), Gabrielle Luffitte. Para ela, encontros como esse, além de divertir promovem um boa relação para o futuro profissional.
Comunica Beach
Praia, esportes, comunicação e muita festa. Esse foi o clima do segundo ano dos jogos universitários de comunicação social Comunica Beach 2009. Diferente do ano anterior, todo o sul brasileiro esteve presente, representado por diferentes universidades.
“Em três meses organizamos tudo. No primeiro mês vendemos mais de 1.200 pacotes. Ao todo conseguimos 2.500 inscritos, fora os amigos de outros cursos, que chegaram a 3.600”, informou um dos organizadores, o estudante de direito da PUC PR, Bruno Miguel Perotti.
A estrutura contou com arenas esportivas, arquibancada, praça de alimentação e o apoio da polícia militar e do corpo de bombeiros. Para não ter transtorno no transito na praia, foram organizados comboios de ônibus.
Os jogos
Com início às 10h, as competições foram divididas em três modalidades, vôlei, futebol e surfe, para ambos os sexos. Além de uma gincana que mesclou provas culturais e esportivas. “Adorei participar da gincana. As provas foram super criativas”, conta o estudante de jornalismo da Unisul, Ioton Pereira Neto.
Fora as festas durante o dia, na areia, as noites foram muito bem embaladas, com eventos de consumação livre. Com direito a DJ Iza Macedo, Banda Kaduká, Show do Dazaranha e outros.
Comércio informal
A artesã, Linon Albano teve um stand durante o evento. As vendas foram tão boas, que pretende retornar no próximo ano. “O público se identificou bastante com os artigos de patchwork”, alegra-se.
Contras
Mesmo com o sucesso no evento, Bruno explica que por ser independente e com logística própria, foi difícil conseguir apoio de empresários da região. “Como fizemos tudo sem patrocínio, só com apoios e empréstimos de itens, foi muito complicado garantir a estrutura de hospedagem e transporte para os participantes”, enfatiza.
Números
Ao todo foram consumidos mais de 540 mil litros de cerveja nos três dias de evento. Em publicidade, foram distribuídos cerca de 80 mil flyers nas principais universidades do sul do Brasil.
Fotos: Tatiana Stock
Matéria impressa na capa do jornal Popular Catarinense, ano 8, nº 1012, terça-feira, 13 de outubro de 2009.
Marcadores:
babilonia eletronika,
babilonia SC,
Entrevistas,
Esporte,
Fotos,
Música organica
A trajetória de um artista
O músico e compositor imbitubense Jorge Coelho agora estréia na literatura, com o livro
“Triângulo das Bernunças”
As frases do terminal de ônibus de Imbituba são de autoria dele
Tatiana Stock
O artista autodidata e apaixonado pela raiz tupiniquim, Jorge Coelho, já passou uma temporada fora do país em nome da arte. Ele que adora rir de si mesmo e valoriza as coisas simples, teve uma de suas músicas na MTV, fez trilha sonora de filme e agora encara o lado escritor.
Com três discos gravados e um no aguardo de patrocínio, o músico, compositor, engenheiro e surfista Jorge Coelho, em uma conversa descontraída fala sobre seu mais novo trabalho.
B.E. Em todos seus discos fica visível seu amor pelo estado. Você acredita que o brasileiro valoriza a sua terra?
Tenho amor pelas nossas raízes. Estas não têm fronteiras, vem dos nossos índios e dos Açores. Nossa cultura é uma rica mistura de raças, costumes e crenças. Por que eu não usaria isto como expressão artística e literária? O povo brasileiro valoriza a sua terra. Gosta de obras que falem da sua vida, do seu cotidiano.
B.E. “Paixão Açoriana", "Zimba" e “Farol dos náufragos” não são todos os seus trabalhos na música. Cite outros.
Tenho um projeto pronto intitulado “Santaterra” que só não foi gravado por falta de apoio. Em 2007 gravei um CD em Portugal, a convite do Governo dos Açores, e que faz parte de um livro chamado “Construir Cultura”. Brevemente deve ser lançado no Brasil.
B.E. No seu livro “Triângulo das Bernunças”, você retrata sua vida e experiências em forma de crônicas. De onde surgiu essa idéia?
Eu não queria fazer um livro cansativo, preocupado em focalizar passo a passo a minha trajetória de vida. Preferi, ao invés disto, contar “causos” que vivenciei e ouvi e que me trouxeram muita emoção e gargalhada.
B.E. Para que público você indicaria seu livro?
B.E. Com trabalhos marcados pela diversidade rítmica e poesia, inspirada no cotidiano e na história, o livro segue essas características?
Com certeza! Quem gosta dos meus discos irá gostar do meu livro.
B.E. Você gosta de trabalhar com a mescla de diferentes artes?
B.E. Como classifica a música popular hoje?
Se estiver falando dessas que tocam na maioria das rádios, prefiro não comentar.
B.E. No seu ponto de vista, na questão da arte, musical e bibliográfica. Como o Brasil está em relação a outros lugares do mundo?
Plugue-se!
O lançamento do livro será às 20h, da próxima sexta-feira, no Praia Clube, em Imbituba (SC)
Para saber mais sobre o artista: http://www.jorgecoelho.com.br/
Matéria impressa no jornal Popular Catarinense, ano 8, nº 1011, sexta-feira 9 de outubro de 2009.
Marcadores:
babilonia eletronika,
babilonia SC,
Entrevista,
Música organica
terça-feira, setembro 29, 2009
Tonho Crocco adere a marcha mundial pela Paz e a não-violência

O cantor e compositor Tonho Crocco aderiu à marcha mundial pela paz e a não-violência. O artista é contra todo o tipo de violência e assina em baixo pela paz.
Ele que agora terminou de lançar seu disco solo, "Teto Solar", confessa que deu uma pausa com a banda Ultramen, mas que é só um tempo para espairecer, logo logo ele retorna a ser à voz de uma das primeiras banda de samba rock do sul do Brasil.
Abaixo você confere a adesão de Tonho e uma palinha de seu show no Pico da Tribo, na praia do Rosa, em Imbituba (SC). Vale a pena conferir!
Marcadores:
babilonia eletronika,
Entrevista,
Festas,
Música organica,
Paz
quinta-feira, setembro 10, 2009
Talentos locais se destacam em concursos nacionais
Música – Festivais dão chance a trabalhos alternativos
População tem até o dia 20 para votar no Jamaica Groove
Tatiana Stock
Tubarão
A banda de reggae de Tubarão, Jamaica Groove está entre as 20 classificadas na etapa catarinense do primeiro festival nacional de música da associação das rádios públicas do Brasil (ARPUB). E também faz parte pelo segundo ano consecutivo do festival da música e integração catarinense (Femic).
Com a música ainda inédita "Crimes na TV" o grupo foi selecionados entre os 77 trabalhos concorrentes da etapa regional. "Essa canção é uma mescla de reggae e samba. Tem uma mensagem bem crítica e uma ênfase política. Usamos vários instrumentos além de garrafas e caixas de fósforo para dar o ambiente de bar", explicou Gustavo. O festival abre espaço na programação das rádios para produções que não são veiculados em emissoras comerciais.
O Jamaica Groove está também participando pelo segundo ano consecutivo do Femic, com a canção também inédita "Pensamentos positivos". No último ano, o grupo apresentou a música "Ironia do Destino", em 2009, levam uma proposta contrária. "Em 2008 chegamos até a semifinal, este ano esperamos chegar a final", almeja Diego, que aguarda o resultado dia 10 do próximo mês.
O segundo CD já está em produção e tem previsão para julho próximo. "Vamos mesclar não só instrumentos como também ritmos nativos. Buscar a brasilidade na música e mostrar mais nossa cultura", Gustavo.
Quem são os artistas
O grupo é formado por Frank Medeiros, (vocal, percussão e berimbau); Gustavo "Avohai" Medeiros, (violão, guitarra e escaleta); Diego Nunes, (guitarra e cavaco); Guilherme “Pilha” Santana, (baixo); Nido, (flauta transversal); e Fabrício “Pokemon” Eufrázio (bateria).
A banda se apresenta na próxima terça-feira, no projeto aldeias do Sesc de Tubarão, em homenagem ao aniversário da cidade, a partir das 20 horas.
A população pode ajudar o grupo com o voto popular, que será considerado como o de um sexto jurado. Para votar, basta enviar o nome da música escolhida pelo e-mail: radio.musica@udesc.br.
Os festivais dão espaço na programação das rádios para produções que não são veiculados em emissoras comerciais
Contatos:
www.jamaicagroove.com.br
www.femic.com.br
www.arpub.org.br
Marcadores:
babilonia eletronika,
babilonia SC,
festival,
Música organica
quinta-feira, julho 16, 2009
Tonho Crocco
Mais brasileiro do que nunca

Por Tatiana Stock
Com mais de 30, influenciado pelo inconfundível Tim Maia e ha 17 anos na banda gaúcha Ultramen, Tonho Crocco deu um tempo com o grupo e partiu para um trabalho solo. É visível seu orgulho pela qualidade de seu novo “filho”, que segundo ele é “brasileiríssimo”.
No último sábado (11), Tonho Crocco se apresentou no Pico da Tribo, na praia do Rosa, em Imbituba. Mesmo a baixo de chuva o público esteve presente e pode prestigiar de perto o músico, vocalista do Ultramen, com os sucessos antigos e as novas canções de sua nova proudção.
O EP (CD com poucas faixas), Teto Solar, é o primeiro registro autoral do cantor e compositor que desde pequeno tocava flauta doce e cantava em coral. O trabalho é resultado de seis meses na big Apple, gravado em estúdio com a participação de Simon Katz (ex-guitarrista do Jamiroquai e da banda Gorillaz), que apresentou Tonho ao saxofonista e produtor brasileiro Zé Luís Olveira. Segunto Tonho, foi a união multicultural da cidade com traços brasileiros representados pelo berinbau, cuíca e as letras do artista. “Contém cinco músicas brasileiríssimas, com boas influências absorvidas durante minha estada por lá, junto com os músicos locais”, explica Tonho.
Gravado no formato SMD, para baratear o produto, o EP Teto Solar é uma mídia totalmente brasileira e segundo Tonho, vem sendo um aliado na luta contra a pirataria. “Como as lojas não ganham nada para repassar o CD, é quase impossível ser vendido em grandes mercados, só em festivais independentes, shows, pelo correio, internet e ainda é ecologicamente correto”, informa. As faixas se dividem em: Abre-alas (O carro destemido - influencia de afro beat), Teto Solar, Quadratura (feita em parceria com Zé Luís), Árida Saudade (declaração de amor ao Cartola) e Abre-alas (que marca a transição do Ultramen para o novo trabalho solo, que tem também uma versão remix com o DJ Chris Penny).
Quanto ao Ultramen, o músico afirma que o afastamento é algo saudável para todos e que a banda continua. “A gente se afastou porque é legal dar um tempo, a banda não morreu. O baixista esta na Califórnia, eu agora aqui, cada um em um canto”.
Sobre a cena de samba rock no Brasil, o músico enfatiza as principais cidades do movimento: São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre. “O Rio é o suingue, mas foi o gaúcho Luiz Vagner, o primeiro que colocou a guitarra no suingue e transformou em samba rock”, explica.
O artista analisou as tendências lá fora e diz que o show e o som ao vivo voltou com tudo. “A música eletrônica vai continuar, mas a tendência é valorizar as “big bands””. Segundo ele, isso é perceptível pelo número de jovens tocando violão de sete cordas, bandulin e instrumentos antigos, antes abandonados e hoje super procurados. “Acho que é uma tendência. Há dois anos todo mundo estava só ouvindo música eletrônica, agora todos fazem som ao vivo, raiz mesmo. Tem uma galera que já está de saco cheio de coisas artificiais, querem algo verdadeiro, vivo. Porque o show é humano”.
Tonho se define como um porta-voz da paz e fez questão de aderir a marcha mundial pela paz e a não-violência e se colocou a disposição para contribuir em prol dessa causa. “Sou contra todo o tipo de violência, seja ela física, econômica, política, religiosa, e todas as outras. Temos uma missão aqui na terra e a paz está dentro disso”. Apesar de não estar inserido em algum tipo de religião, ele frisa sua simpatia pelo budismo e pela crença do cristianismo em ajudar o próximo.
Quanto a pirataria e a cópia de CDs, Tonho simplesmente rimou: “I DON’T BELEVE IN COPYRIGHT, YOU CAN COPY. RIGHT”(Eu não acredito em direitos autorais, você pode copiar, okay).
Para ter acesso a discografia completa de Tonho Crocoo e da banda Ultramen, é só acessar:www.tonhocrocco.com.
Discografia:
Em sua tragetória com o Ultramen produziu cinco discos, durante os 17 anos de trabalho: Ultramen (1998 – Rock it! Records), Olelé (2000 - Rock it! Records), O incrível caso da música que enconheu e outras histórias (2002 – Sum Records), MTV Brasil Acústico Bandas Gaúchas (2005 – Sony Music),Capa Preta (2006 – Antidoto / Acit Records), além também de ter sido o vocalista do De Falla, “Top Hits” (1998 – Cogumelo Records); foi um dos fundadores da banda Casa da Sogra, conhecida pelo samba rock gaúcho, auxiliou na criação da Big Band Tonho Crocoo e Brasilian sound Machine (2005), além de participar de inúmeras coletâneas de CDs e DVDs com artistas como Nando Reis, Papas da Língua e muitos outros.
Matéria impressa na capa do caderno Variedades do Jornal Popular Catarinense, ANO VIII, Nº987, sexta-feira, 17 de julho de 2009.

Por Tatiana Stock
Com mais de 30, influenciado pelo inconfundível Tim Maia e ha 17 anos na banda gaúcha Ultramen, Tonho Crocco deu um tempo com o grupo e partiu para um trabalho solo. É visível seu orgulho pela qualidade de seu novo “filho”, que segundo ele é “brasileiríssimo”.
No último sábado (11), Tonho Crocco se apresentou no Pico da Tribo, na praia do Rosa, em Imbituba. Mesmo a baixo de chuva o público esteve presente e pode prestigiar de perto o músico, vocalista do Ultramen, com os sucessos antigos e as novas canções de sua nova proudção.
O EP (CD com poucas faixas), Teto Solar, é o primeiro registro autoral do cantor e compositor que desde pequeno tocava flauta doce e cantava em coral. O trabalho é resultado de seis meses na big Apple, gravado em estúdio com a participação de Simon Katz (ex-guitarrista do Jamiroquai e da banda Gorillaz), que apresentou Tonho ao saxofonista e produtor brasileiro Zé Luís Olveira. Segunto Tonho, foi a união multicultural da cidade com traços brasileiros representados pelo berinbau, cuíca e as letras do artista. “Contém cinco músicas brasileiríssimas, com boas influências absorvidas durante minha estada por lá, junto com os músicos locais”, explica Tonho.
Gravado no formato SMD, para baratear o produto, o EP Teto Solar é uma mídia totalmente brasileira e segundo Tonho, vem sendo um aliado na luta contra a pirataria. “Como as lojas não ganham nada para repassar o CD, é quase impossível ser vendido em grandes mercados, só em festivais independentes, shows, pelo correio, internet e ainda é ecologicamente correto”, informa. As faixas se dividem em: Abre-alas (O carro destemido - influencia de afro beat), Teto Solar, Quadratura (feita em parceria com Zé Luís), Árida Saudade (declaração de amor ao Cartola) e Abre-alas (que marca a transição do Ultramen para o novo trabalho solo, que tem também uma versão remix com o DJ Chris Penny).
Quanto ao Ultramen, o músico afirma que o afastamento é algo saudável para todos e que a banda continua. “A gente se afastou porque é legal dar um tempo, a banda não morreu. O baixista esta na Califórnia, eu agora aqui, cada um em um canto”.
Sobre a cena de samba rock no Brasil, o músico enfatiza as principais cidades do movimento: São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre. “O Rio é o suingue, mas foi o gaúcho Luiz Vagner, o primeiro que colocou a guitarra no suingue e transformou em samba rock”, explica.
O artista analisou as tendências lá fora e diz que o show e o som ao vivo voltou com tudo. “A música eletrônica vai continuar, mas a tendência é valorizar as “big bands””. Segundo ele, isso é perceptível pelo número de jovens tocando violão de sete cordas, bandulin e instrumentos antigos, antes abandonados e hoje super procurados. “Acho que é uma tendência. Há dois anos todo mundo estava só ouvindo música eletrônica, agora todos fazem som ao vivo, raiz mesmo. Tem uma galera que já está de saco cheio de coisas artificiais, querem algo verdadeiro, vivo. Porque o show é humano”.
Tonho se define como um porta-voz da paz e fez questão de aderir a marcha mundial pela paz e a não-violência e se colocou a disposição para contribuir em prol dessa causa. “Sou contra todo o tipo de violência, seja ela física, econômica, política, religiosa, e todas as outras. Temos uma missão aqui na terra e a paz está dentro disso”. Apesar de não estar inserido em algum tipo de religião, ele frisa sua simpatia pelo budismo e pela crença do cristianismo em ajudar o próximo.
Quanto a pirataria e a cópia de CDs, Tonho simplesmente rimou: “I DON’T BELEVE IN COPYRIGHT, YOU CAN COPY. RIGHT”(Eu não acredito em direitos autorais, você pode copiar, okay).
Para ter acesso a discografia completa de Tonho Crocoo e da banda Ultramen, é só acessar:www.tonhocrocco.com.
Discografia:
Em sua tragetória com o Ultramen produziu cinco discos, durante os 17 anos de trabalho: Ultramen (1998 – Rock it! Records), Olelé (2000 - Rock it! Records), O incrível caso da música que enconheu e outras histórias (2002 – Sum Records), MTV Brasil Acústico Bandas Gaúchas (2005 – Sony Music),Capa Preta (2006 – Antidoto / Acit Records), além também de ter sido o vocalista do De Falla, “Top Hits” (1998 – Cogumelo Records); foi um dos fundadores da banda Casa da Sogra, conhecida pelo samba rock gaúcho, auxiliou na criação da Big Band Tonho Crocoo e Brasilian sound Machine (2005), além de participar de inúmeras coletâneas de CDs e DVDs com artistas como Nando Reis, Papas da Língua e muitos outros.
Matéria impressa na capa do caderno Variedades do Jornal Popular Catarinense, ANO VIII, Nº987, sexta-feira, 17 de julho de 2009.
Marcadores:
babilonia eletronika,
Entrevistas,
Festas,
Música organica
segunda-feira, julho 06, 2009
Jamaica Groove
A banda ao lado do banner de lançamento de seu primeiro disco
Imbituba
Tatiana Stock
A palavra é positividade, e com uma porção de mistura típica tupiniquim, com traços de capoeira e samba, e influencias do grupo Groundation, o reggae do Jamaica Groove de Tubarão (SC) além de ritmo traz mensagens positivas e críticas à sociedade.
O grupo que em novembro de 2008 lançou seu primeiro disco, chamado “Mãe Terra", apresenta em 12 faixas um giro sobre a realidade da sociedade, até a solução para todos os males, que segundo eles é a união com a mãe terra e com o pensamento positivo. “Esse trabalho é como um filho nosso”, exalta Diego, o compositor da maioria das canções.
O CD levou dois anos para ser concluído, é totalmente independente desde composição, arranjos, produção, mixagem e masterização. É interessante a consciência dos músicos na elaboração do encarte do disco, feito em papel reciclável e mensagens subliminares.
Os integrantes afirmam que conseguem passar de forma clara e objetiva o que é necessário para viver. “Eu me espelho nas músicas, tentamos transmitir a paz”, diz o vocalista Frank.
O grupo que segundo Gustavo, começou de brincadeira no verão de 2002, no farol de Santa Marta, e hoje sete anos depois tem CD gravado e cresce gradativamente o número de apresentações e shows, também aderiu à marcha mundial em prol da paz e da não-violência. “O reggae está na sociedade, é o amor, a paz, uma mensagem de mundo melhor e esperança tem tudo a ver com a proposta da marcha”, finaliza Rodrigo.
Fazem parte do Jamaica Groove: Frank Medeiros (voz, tambor e berinbau); Diego Nunes (guitarra, cavaquinho); Gustavo Avohai (guitarra, escaleta e vocal); Guilherme Pilha (baixo); Nido Lepre (flauta transversal e vocal); Fabrício Pokemóm (bateria).
Fotos: Tatiana Stock
Matéria impressa na capa do caderno variedades do jornal Popular Catarinense, ANO VIII, Nº983, SÁBADO, 4 de julho de 2009.
Marcadores:
babilonia eletronika,
Entrevistas,
Imbituba,
jamaica groove,
Música organica,
Reggae
sexta-feira, junho 19, 2009
DAZARANHA
A banda mais expressiva da música catarinense está com 16 anos de estrada e pronta para lançar seu primeiro DVD
Imbituba
Tatiana Stock
Não é por acaso que Adauto (Baixo), Moriel (Guitarra), Gazu (Vocal), Chico (Guitarra), Fernando (Violino), Jerre (percussão) e João (Bateria), são considerados ícones da música no sul do Brasil. Conhecidos pela originalidade de seu som, composto pela mescla de instrumentos tradicionais (guitarra, baixo e bateria), violino, percussão, violão e poesia. Suas letras poéticas retratam a cultura do povo da Ilha de Florianópolis, as praias, personagens reais e fictícios, problemas sociais, realidades e a paz.
Durante a trajetória do Daza o som foi se transformando e a salada musical única e característica do grupo está mais ousada, acompanhando a transformação da banda. “A gente vai mudando, assim como as letras”, conta Moriel, autor da maioria das letras.
Mesmo com tanta bagagem, o grupo ainda se surpreende por continuar com o público dos anos 90 e ainda despertar o interesse da nova geração, que lota seus shows por todo o país. Com grandes apresentações durante a carreira como Planeta Atlântida, Pacha e shows espalhados por todos os cantos do país, o grupo tocou para mais de sete mil pessoas, abrindo para o clássico The Wailers em Florianópolis.
“O que mais me deixou contente no dia, é que a efervescência que geralmente é toda para a banda principal, foi para o nosso show também, houve um contato da banda com todo o público muito grande. Tocar com os caras que estiveram com Bob Marley foi uma super responsabilidade”, explica Adalto.
João, que está há 10 meses como baterista da banda, diz que para ele fazer parte desse grupo é uma honra. “Eu acumulo dupla função, sou fã e músico ao mesmo tempo. Aqui todos trabalham em conjunto e com seriedade, agora é possível sonhar, estou bastante feliz”, anima-se o baterista.
TRAJETÓRIA
O grupo iniciou carreira em 1992, na capital de Santa Catarina. Quatro anos mais tarde lançou seu primeiro CD, o "Seja Bem Vindo" (RGE/RBS Discos). Dois anos depois o segundo, intitulado "Tribo da Lua" e produzido por Luiz Carlini, com a participação de Baixinho (Novos Baianos) e Jorge Benjor. Através da música "Vagabundo Confesso", a banda foi reconhecida nacionalmente e recebeu Disco de Ouro. O terceiro CD, "Nossa Barulheira", lançado em março de 2004, foi eleito o melhor álbum pop do ano, vencedor do Prêmio Claro de Música Independente. Em 2007 surge o “Paralisa”, produzido por Ricardo Vidal (O Rappa).
DVD
Às vésperas de lançar seu primeiro DVD, gravado em dezembro em dois shows no teatro do CIC, em Florianópolis, com a participação especial de Armandinho, a banda está na expectativa que chegue logo as bancas e que o público possa ver e ouvir os clássicos dos cinco discos do Dazaranha.
Como fala Cazu: “O DVD está em fase de edição, agora não depende mais da gente. Foi muito legal, toda a produção, fizemos o máximo que pudemos e esperamos que agrade a galera”.
PAZ
“Vai segurar, nossa paz eu respeito... vai batizar toda paz é o jeito”
“A paz está presente em nossas letras, apreciar o momento e valorizar as coisas boas da vida. É a maneira pela qual expressamos nossas idéias. A forma como manifestamos esse apoio por essa questão”, explica Chico.
Durante a entrevista, Adalto assinou em nome da banda, a adesão da marcha mundial pela paz e a não-violência. A paz é uma questão que o Dazaranha sempre evidencia, seja em suas letras, ou também em conversas com o público.
“De repente a guerra custa muito caro e a paz não custa nada. A força imposta pelo poder das armas que vem do dinheiro, não vai vencer a coisa certa, o melhor para todos, vai vencer a força. Acho que as coisas devem ser resolvidas no diálogo, isso sim é uma coisa responsável e não sair dinamitando pessoas e inocentes”, justifica Jerre.
PRÓXIMOS SHOWS
20.06 - Brusque - SC
26.06 - Florianópolis - SC
27.06 - Chapecó - SC
Matéria impressa na capa do caderno Variedades do jornal Popular Catarinense, ANO VIII Nº 979, SEXTA-FEIRA, 19 DE JUNHO DE 2009.
Marcadores:
babilonia eletronika,
babilonia SC,
Entrevistas,
Música organica
segunda-feira, junho 08, 2009
Zé Francisco na garagem do Faustão
Artista de estilo folclórico participa da seleção do quadro garagem do Faustão exibido todo domingo na rede globo
Imbituba
Tatiana Stock
Quem é da cidade ou passa sempre por aqui sabe muito bem quem é o Zé Francisco, sempre com seu mega-fone anunciando as ofertas e novidades para a população. Bem humorado, muitas vezes fantasiado, com certeza figura marcante da região. O que a maioria não sabe é que o personagem está concorrendo no bloco garagem do Faustão, quadro voltado a bandas e cantores que querem mostrar seus trabalhos.
Início
Natural de Jacinto Machado - SC, mas morador de Imbituba desde os seis, desde cedo foi Influenciado pelo tio músico, Marrom, aos sete começou a tocar violão. Aos 16 anos dirigia a Kombi da banda Black boys e os integrantes deixavam com que ele tocasse chocalho nas apresentações. Nesse período começou a se envolver com drogas e passou por mais de 20 internações em clínicas, mas deu a volta por cima e em 87 lança seu primeiro trabalho, um LP gospel. A partir daí, dedica 15 anos de sua vida com o intuito de tirar os jovens das drogas, se apresentando em presídios por toda Santa Catarina e algumas cidades do Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro, sendo figura marcada em festas do PROERD (Programa Educacional de Resistência às Drogas), se apresentando a milhares de pessoas todos os anos.
Volume II
Em 2004 lança o CD, sentado na praça, com 16 músicas, sendo sete voltadas ao lado gospel, como a “Ei ei jovem”, que é um alerta aos jovens sobre as drogas, onde ele cita grandes nomes nacionais e internacionais como Cássia Eller, Raul Seixas e John Lenon; e nove músicas populares, voltadas ao dia-a-dia do autor como a canção “Brasília vermelha”, em homenagem a seu carro na época, “Amigo pescador” – em homenagem a um colega da região, além da conhecida “Ibiraquera querida”, que cita praias de Imbituba.
Novidade
Terceiro CD de Zé Francisco chama-se “Me chamou de gigolô”, em 17 tracks, pela gravadora de José Roberto Chapolin, o músico faz uma mescla da cultura brasileira com rock, vanerão, reggae e muito mais. “É uma mistura de tudo um pouco”, explica.
Vale a pena conferir a música “Mulher”, feita para retratar a realidade do sexo frágil nos dias de hoje; “Imbé”, nome antigo da cidade, a canção é voltada aos surfistas da região, além da “Kombi de pão”, “Bobalhão” e “Me chamou de gigolô”, as canções mais cômicas do disco. O novo CD será lançado de acordo com Zé até o próximo mês.
Sonho“Meu maior sonho é ir ao programa do Jô Soares e contar minha história para ele”, conta o músico.
Mega fone
Se apresentando aqui e ali, as vezes repassando seu CD, dirigindo taxi, outras vendendo os jornais da região, até que um dia saiu uma manchete com o rosto de um assassino na capa do jornal e o Zé vendeu mais de 400 edições. As 14h esgotaram-se os exemplares, para responder a toda a população de forma rápida, o cantor usa sua criatividade e compra uma cartolina e escreve “edição esgotada”, a partir daí proprietários de lojas da região passaram a pedir que ele anuncie as promoções da região. “Lembro que a Maju modas me chamou e me ofereceu uma grana para eu anunciar a loja dela, logo depois o Beto, diretor da antiga rádio difusora me prometeu um mega fone. Lembro que dia 12 de março de 2007, numa segunda-feira, as 13h sai feito maluco com o mega fone nas mãos. Ainda nem tinha o que anunciar, eu ficava falando a programação da rádio”, relembra emocionado. A partir daí a iniciativa do artista iniciou uma nova forma de publicidade na cidade.
Hoje
Zé Francisco tem em média 20 anunciantes por dia e volta e meia oferecem emprego em outras cidades, mas segundo ele Imbituba é sua casa, é onde está sua família e onde quer permanecer até os últimos dias de sua vida. Para visualizar os três vídeos do cantor no site do programa é só digitar o nome dele ou o nome das músicas: “Me chamou de gigolô”, “Kombi de pão” e “Bobalhão”.
Mais representantes
Pesquisando o site, descobrimos que mais músicos da cidade também estão participando da competição, entre eles o jovem músico Guilherme Heleodoro e as bandas Tapa na colméia e Mandacaru.
Para assistir aos vídeos e poder votar é só entrar no site: www.domingaodofaustao.globo.com/Domingao/Garagemdofaustao, quanto mais votados, mais chances têm de serem selecionados.
Fotos: Tatiana Stock
Matéria impressa no caderno Variedades do jornal Popular Catarinense, Ano VIII,nº 975 Sexta-feira, 5 de junho de 2009.
Marcadores:
babilonia eletronika,
Entrevistas,
Música organica
sábado, dezembro 20, 2008
Som orgânico, música de raiz
O Rio de Janeiro da década de 70, na capital paranaense em pleno século XXI
Para quem gosta de Chico Buarque de Holanda e pensa que autores como ele só se ouve em gravações, está enganado. Em Curitiba um grupo de músicos resalta a magia dos clássicos da Bossa Nova e do samba ao vivo. O grupo existe há dois anos e é formado por: Fábio Laskavski, no violão; Zé Dumont, voz; Higor Wendreschovshi, baixo; Pedro Solak, percussão e voz; Ricardo, percussão e Thiago com sua flauta transversal.
O Babilônia Eletrônika esteve no Jocker`s Pub Café, e trouxe para vocês uma "palhinha" do som dos meninos.
Vídeo (1): Flashes da última apresentação dos músicos.
Para quem gosta de Chico Buarque de Holanda e pensa que autores como ele só se ouve em gravações, está enganado. Em Curitiba um grupo de músicos resalta a magia dos clássicos da Bossa Nova e do samba ao vivo. O grupo existe há dois anos e é formado por: Fábio Laskavski, no violão; Zé Dumont, voz; Higor Wendreschovshi, baixo; Pedro Solak, percussão e voz; Ricardo, percussão e Thiago com sua flauta transversal.
O Babilônia Eletrônika esteve no Jocker`s Pub Café, e trouxe para vocês uma "palhinha" do som dos meninos.
Vídeo (1): Flashes da última apresentação dos músicos.
Marcadores:
babilonia eletronika,
Música organica,
videos
terça-feira, dezembro 09, 2008
Solidariedade um dever cidadão
A banda curitibana Blindagem em parceria com a Sinfônica do Paraná, se apresentou gratuitamente, no último domingo, dia sete na Praça Santos Andrade, em frente ao prédio histórico da Universidade Federal do Paraná. O show é uma forma que os músicos encontraram para passar um pouco de cidadania e solidariedade, ou o que se conhece por "espírito de natal" . O baterista, Pato Romero conversou com o Babilônia Eletrônika sobre o projeto e a não-violência:
Vídeo (1):Pato Romero, baterista da banda Blindagem.
Vídeo (1):Pato Romero, baterista da banda Blindagem.
Marcadores:
babilonia eletronika,
Música organica
sábado, novembro 08, 2008
Curitiba é um ponto de referência no Brasil, se tratando do movimento Psycobilly
Na última sexta-feira do mês de outubro, dia 24/10, teve show da banda clássica do Psycobilly mundial, a Frantic Flinkstones, no bar 92 Graus. As bandas que abriram o evento foram a Chernobillie e Diabetes (formada só por mulheres).
Frantic Flinkstones é uma banda inglesa, classica dos anos 80. Ao longo de sua trajetória
já tem mais de 20 discos gravados.
De acordo com Ricardo Huczok (que toca baixo
acústico na Frantic Flinkstones), a cena está crescendo e se fortificando a cada ano.
Por motivos do "coração" Chuck, vocalista que formou a banda em 1986,
mudou-se para o Brasil, mais precisamente, para Curitiba e com essa transformação,
a cidade ganha mais adeptos. "Com a mudança do Chuck para cá
muita coisa está para acontecer estamos para lançar um novo CD com a nova formação,
com regravações clássicas da banda, algumas versões, e muita músicas nova", conta o baixista.
O CD que está quase pronto se chamará: "Psycosamba my way". De acordo com Ricardo,
o lançamento no Brasil será pela Monstro Discos, fora ainda não foi decidido.Em março de 2009
a Frantic Flinkstones fará turnê pela Europa.
Cláudia, baixista da Diabetes, gostou muito das apresentações e da festa. "Foi muito bom tocar
aqui hoje! Massa pra karalho, a cena ta crescendo a cada dia. Só essa galera que está aqui já dá
uma força muito boa ao show". Empolga-se.
A Diabetes, apesar de ser uma banda nova, com cerca de dois anos, já gravou seu primeiro CD que
está em fase de finalização, mas ainda sem nome definido. Nos resta aguardar.
A galera super animada permaneceu na casa até o amanhecer. A moda psychobilly é caracterizada por
um penteado chamado “quiff”, enquanto as roupas combinam o estilo punk (cabelo tingido, trajes
surrados e rasgados e jaquetas de couro), com a moda inicial do rockabillyAqui você confere
um pouco do que rolou por lá.




Frantic Flinkstones é uma banda inglesa, classica dos anos 80. Ao longo de sua trajetória
já tem mais de 20 discos gravados.
De acordo com Ricardo Huczok (que toca baixo
acústico na Frantic Flinkstones), a cena está crescendo e se fortificando a cada ano.
Por motivos do "coração" Chuck, vocalista que formou a banda em 1986,
mudou-se para o Brasil, mais precisamente, para Curitiba e com essa transformação,
a cidade ganha mais adeptos. "Com a mudança do Chuck para cá
muita coisa está para acontecer estamos para lançar um novo CD com a nova formação,
com regravações clássicas da banda, algumas versões, e muita músicas nova", conta o baixista.
O CD que está quase pronto se chamará: "Psycosamba my way". De acordo com Ricardo,
o lançamento no Brasil será pela Monstro Discos, fora ainda não foi decidido.Em março de 2009
a Frantic Flinkstones fará turnê pela Europa.
Cláudia, baixista da Diabetes, gostou muito das apresentações e da festa. "Foi muito bom tocar
aqui hoje! Massa pra karalho, a cena ta crescendo a cada dia. Só essa galera que está aqui já dá
uma força muito boa ao show". Empolga-se.
A Diabetes, apesar de ser uma banda nova, com cerca de dois anos, já gravou seu primeiro CD que
está em fase de finalização, mas ainda sem nome definido. Nos resta aguardar.
A galera super animada permaneceu na casa até o amanhecer. A moda psychobilly é caracterizada por
um penteado chamado “quiff”, enquanto as roupas combinam o estilo punk (cabelo tingido, trajes
surrados e rasgados e jaquetas de couro), com a moda inicial do rockabillyAqui você confere
um pouco do que rolou por lá.
Marcadores:
babilonia eletronika,
Música organica
Assinar:
Postagens (Atom)
"Qualquer coisa que a mente do homem pode conceber, pode, também, alcançar."
William Clement Stone
